
O Palmeiras vive um momento de atenção fora das quatro linhas. O conselheiro João Carlos Mansur, aliado de peso da presidente Leila Pereira, pediu licença de três meses tanto do COF (Conselho de Orientação Fiscal) quanto do Conselho Deliberativo. A informação foi revelada pelo jornalista Jorge Nicola, que destacou o impacto político da decisão.
Mansur, que foi o conselheiro mais votado na eleição de 2025 com 168 votos, vinha sendo alvo de cobranças internas por conta de investigações ligadas a fraudes financeiras e crimes no setor de combustíveis envolvendo a REAG Investimentos, empresa da qual é dono.
“Ele vinha sendo muito cobrado internamente dentro do Palmeiras por conta de investigações relacionadas à fraude financeira e crimes no setor de combustíveis que miram a REAG investimentos”, disse Nicola.
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Impacto político para Leila Pereira
Embora o afastamento não tenha efeito direto no futebol, representa desgaste político para Leila. “Dá para dizer que é mais uma pequena derrota da Leila Pereira politicamente, lembrando que ela vinha tentando emplacar um terceiro mandato, mas as principais lideranças alviverdes se mostraram extremamente contrárias à ideia”, revelou Nicola.
Outro episódio nos bastidores do Palmeiras
Além disso, José Roberto Lamacchia, marido de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, chamou atenção ao postar em um grupo de conselheiros uma montagem de Abel Ferreira em frente à sede da Mancha Verde, como se estivesse cobrando a torcida organizada por mais um tropeço no carnaval. A Mancha terminou apenas na terceira colocação da segunda divisão e não conseguiu retornar à elite do carnaval paulista.
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